terça-feira, 28 de agosto de 2007

Retiro Projeto de Vida - Anchietanum (Part 1)

Após muito apanhar para deixar a foto num tamanho q o blog suportasse e ainda ve-la pequena desse jeito eu vou postar...rs

Primeiramente, vou contar os aspectos de descontração do retiro e na 2ª parte falarei da essência do mesmo, talvez um mergulho em pensamentos e reflexões.

Esse fds, fui a um retiro o qual se trataria de projeto de vida e o mesmo seria ministrado por um grupo de pessoas do Anchietanum, lideradas pelo padre jesuíta Luis Renato.
Antes de mais nada eu soh posso dizer que não haveria grupo melhor para guiar este retiro se não fosse essas 4 pessoas maravilhosas (Padre Luis Renato, irmãs Neusa, Graça e Iracy).
E esse grupo de pessoas que vocês veêm na foto foram akeles que compartilharam esse fds comigo (apesar de ter sido um encontro mto pessoal com Cristo e tudo mais).

Bem, vou deixar para falar do assunto do retiro em outro post, hj vou falar um poko de como foi estar lah e de momentos de "alegria"... rsrs...

Pra começar, nakela sexta feira eu havia trabalhado ateh um poko mais tarde e num havia deixado a mala arrumada [tanto eu qto a bolsa]. Cheguei em casa, tomei akele banho de gato e jah fui ligando para confirmar com o pessoal qual o destino da minha mala. A Ariane jah estava de saída, entaum tentei na Ve q tbm jah tinha saído... eu esperando q passassem em casa ateh as 18:45 pra pegar a mala [naum eu... a bolsa!!!!] de repente me avisam q jah foram... ah, JP que me desculpe mas vai ter q aguentar a mala na moto [naum eu... a bolsa!!!]. Peguei o JP - no bom sentido - demos um pulo no shibata pra comprar umas guloseimas (mto chocolate e bolacha) e fomos em direção a Catedral jah atrasados para pegar o bondão. Por incrível que parece até foto tiramos enqto voávamos na moto... e conforme prometido foi um caminho de mta emoção, ateh fechado por caminhão nós fomos... Chegamos na Catedral ateh ofegantes. Encontramos o pessoal todo, deixei o JP para ir no bondão com sua amada e fui de moto ateh o Costinha em SJC na companhia da Marcela e desta vez sem a mala pra atrapalhar [exceto pela Marcela...rs].

Em Betânia descarregamos as malas [naum eu... as bolsas e a Mab...rsrs] nos alojamos nos devidos quartos e fomos ao início do retiro.
Comecemos lembrando do CDL, sim do CDL, pois nele surgiu uma figura q marcou esse retiro tbm: O PELADÃO (vulgo Vagner) - eh , akele do jargão "o silêncio dá uma vontade de tirar a roupa" - . Tudo bem, ateh chegar em Betânia a presença dele não mudaria mto o rumo das coisas, mas a partir do momento em que o padre deixou claro q akele seria um retiro de profundo silêncio já começou a apreensão... (pq será, neh?!)

O retiro começou relativamente animado, com mta música boua, problemas com data show, mas jah começou sendo uma ótima noite. No 1º momento de mística do retiro o dito do Peladão qse me coloca fogo no colchão com a vela q segurava, começou o prólogo.
O padre propôs que todos se retirassem e tentassem dormir bem... pelo menos propôs... por mais que soubéssemos que ele tinha razão mtos ficaram acordados por horas. Alguns tocavam violão e cantavam baixa e alegremente, outros sentiam falta de suas namoradas q estavam a dormir lah embaixo, outros conversavam e por fim, coitados como eu faziam trabalho de faculdade que seria entregue na segunda-feira.
Pouco antes de dormir o "desnudo" já começa a demonstrar o mais íntimo de seus desejos ao fazer a simples observação: "mas q silêncio". Num sei pq nessas horas num tem ninguem por perto pra ouvir uma coisa dessas e me ajudar a colocar o bendito debaixo de um chuveiro com roupa e tudo (era a vontade...rs).

Não demorou muito para que nos mandassem dormir e assim o fizemos. Num sei quanto aos outros mas eu pelo menos tentei, se não fosse ter passado a noite rachando o bico das estórias do Júlião... hehe... varamos a noite conversando, msmo pq akelas camas eram horríveis, num sei como o "maninho" dormia dakele jeito... eu em cima de uma "boliche" (vulga beliche) toda vez q me mexia parecia q eu tinha q equilibrá-la de bamba...rsrs (apesar dos relatos o local oferece uma infra-estrutura invejável).

No sábado pela manhã, era hora de testar o qto se consegue fikar em silêncio... descobrimos algo mto importante com isso: simplesmente não conseguimos não conversar qdo se estah junto de tantas pessoas fascinantes...rsrs.. ou melhor, não conseguimos não conversar msmo... hehe
O dia começa com orações pessoais - os exercícios de Santo Ignácio de Loyola - tão pessoais essas orações q eu me mijava de rir ao ver a cara do Thiago qdo ele estava sendo perseguido pela Mab, q deve ser hiperativa [num eh possível], e tentando axar um local pra fikar sozinho.

Hora do almoço eu decido buscar a minha escova de dente em casa e qdo volto jah perdi o almoço e comecei a perder a dinâmica q mtos consideraram a melhor do retiro: massagem nos pés e relaxamento - relaxamento tão intenso que ouvimos ateh roncos e outros nem queriam se levantar. Aproveitei que todos estavam ali entretidos uns com os pés dos outros q resolvi "respirar", não demorou 15 min para eu começar a ter tetania (falta de prática, preciso voltar a "respirar").

Noite, hora de tomar um banho, bater uma agua no porco... ker dizer: corpo... lembrando que nessa noite eu, JP e Jhol (JJJ) nos sagramos amigos até na merda, o q aconteceu foi literalmente uma grande cagada (longa história - coisa pra outro post ...rs).

A noite o padre apresentou um poko mais sobre os exercícios espirituais e falou um poko da consolação e desolação espiritual. Enqto tudo escuro e soh com a luz do data show iluminando o ambiente, flagramos o nosso amigo Peladão "pescando", dava cada fisgada q parecia q iria pegar um Merlin!!! E kem disse que não riríamos disso??? rs.... Assistimos o filme Duas Vidas. Espetacular o filme (já havia assistido antes).

Hora de ir dormir, nos reunimos no quarto de JP enqto comíamos seu cookie [no bom sentido]. Aí começa o ápice da alegria: o Peladão nos apresenta um trecho de sua ópera no celular [esplêndido]. Depois de conversarmos fomos dormir, dessa vez mais cedo que no dia anterior. Porém do mesmo jeito que no dia anterior o Julio me manteve acordado e dessa vez num foi contando estórias naum... olha lah o q vcs vaum pensar... entrei no quarto e o Julio devia estar sonhando q havia reencarnado em um porco e como se não bastasse um, o "maninho" também começa o que parecia ser uma sinfonia de ruídos [conseguiram bater o Fabiano no quesito decibéis].

No domingo pela manhã temos que falar de nossos nomes: origem, quem escolheu e se gosta dele. Fui bem sincero: conforme diz o dicionário o meu nome se refere a reforma do calendário feita por Júlio César num sei qtos anos antes de Cristo, e que meus pais queriam que eu fosse uma menina e que se chamasse Juliana, mas como nasceu um menino surgiu um impasse, foi qdo o meu pai teve a idéia de fechar os olhos e abrir a lista telefônica numa página qualquer e onde seu dedo apontasse seria o meu nome; adivinha no que deu?!?!?! graças a Deus num deu em nada, resolveram considerar a 1ª hipótese da "Juliana" pq senão eu iria me chamar "Páginas Amarelas". Com as vogais de nossos nomes fizemos uma dancinha engraçada depois, msmo dizendo ser engraçada axei mto interessante o fato de ser uma cultura indígena e o seu significado.

Finaliza-se o projeto de vida. Realiza uma missa, não eskecendo q no dia anterior houve uma confissão a qual foi questionada pelo Peladão q perguntou ao padre "akilo que fizemos na noite passada valeu como confissão?" e o padre retruca "devolvo para vc a pergunta" e o Peladão "eh claro q naum valeu" e o padre "mas eh claro q sim!!! sou sacerdote, a mim foi conferido perdoar-lhes os pecados dos quais se arrepende" (comédia foi a cara do Peladão...rs). Almoço no domingo, não eskecendo de um jantar a luz de velas no dia anterior.

E para finalizar, eu e Thiago tivemos a brilhante idéia de pegar folhas de bananeira para descer os morros do lugar.
1º - cortar uma folha de tamanho considerável - para isso pega-se uma faca de cortar pão Thiago agacha-se e pede para q eu suba em seus ombros para alcançar a folha mais alta da bananeira mais alta [mor conto de fadas do Shrek msmo...rs]. Retiro meus tênis subo no ombro do Thiago e do msmo jeito q me apóio na bananeira ela enverga, 1 dedinho a mais de força e podíamos gritar "Madeiraaaaaaaa" [e isso não soh para a bananeira]. Com mto pesar consigo cortar a folha. Hora de descer do ombro do Thiago, o bendito me joga pra trás e vou com as costas direto pro chão qse escorregando devido a inclinação do morro... após um pokinho de dor eh hora do 2º passo;
2º - encontrar o melhor trajeto a se fazer na descida - avistamos a parte ideal do morro para isso, o problema eh q a inclinação do morro matava soh de subir ateh o local desejado.
3º - posiciona a folha e observa o percurso [menos suicida possível] - eh o momento em q vc ve q seu projeto de vida pode fikar pra trás e já prepara um testamento, levando em frente um momento de diversão infantil o qual eh preciso coragem...
4º - a hora H - sentei na folha, colokei as pernas dentro do veículo e com as mão dei o restinho de impulso necessário para a folha descer. Sentimento inexplicáveis de sentir a folha se desfazendo sob suas nádegas e te fazendo escorregar na verdade com a roupa do corpo.
5º - arranjar um modo de parar antes q o tombo resulte em mtos esfolados ou ateh msmo em esterilidade perpétua... resumindo: role, deixe rolar e no momento certo agarre a 1ª árvore ou planta q puder te parar.
6º - rache o bico do seu corpo dolorido e peça pro seu amigo tirar uma foto de sua roupa suja para lembrar sua mãe de nunca mais deixar ir em retiros no meio do mato sem a supervisão de um adulto.... perae.... eu sou um adulto, eskece entaum...

E para finalizar de fato o post de hj, lembro a todos da voz de tenor q mais parecia um anjo imitando um canário com cancer de laringe: PELADÃO! Quem será que vai eskecer de "a la perpetore, a la perpetore, a la perpeeeeeetoooooooooooooreeeeeeeeeee!!!!"???? [lembrando da mãozinha e os olhos fechados para dar uma certa dramatização, afinal assim num seria ópera, neh?!]...

Por fim, neste post eu agradeço a todos os amigos q estiveram presentes no retiro e ainda peço desculpas caso eu não tenha me integrado com todos como eu msmo gostaria, mas axo q acima de tudo esse retiro foi um momento em q eu estive em pleno contato com o "eu mesmo".
No próximo post falarei um poko mais do retiro e agradecerei de fato a todos.

3 comentários:

Anônimo disse...

filho da m�e,heuhuheuheu, to qse me cagandu d tantu ri aki,huehueheuheu, vc conseguiu dexa o post mto mais engra�ado do q o proprioretiro, hueheu, agor ao passo a pasos da bricnadera foi mto bom,hueheuheuheuheu
vc c supera a cada post, heuhuheuheu
fd d+
t�+
abrasss

Anônimo disse...

ooiee Ju! mt massa esse retiro né!
gostei mt... mesmo tendo q levantar cedo, e fikando resfriada por lavar o cabelo e sair no vento frio... rsrsrs...
vou guardar pra sempre as lembranças dakele lugar! maravilhoso!

bjao pra vc!

Anônimo disse...

Opa...kem era o viado ki tava roncando na dinamica hein....
Aposto ki era o Maurão...esse Maurão é foda viu...