Post pra lembrar a conspiração de não quererem que eu participasse do niver do Tijela.Até então eu estava crente que a festa iria começar no sabado no meio dia.
Pois bem, cheguei lá com a Vê, porque a Bô disse que num poderia ir mesmo estando louca pra conhecer a bendita da Amanda (prima do Tijela), era quase uma hora da tarde e num tinha sequer um carro na frente da casa do Tijela [primeiro sinal estranho]. O Tijela vem atender com roupa de ir pra guerra [segundo sinal estranho - se bem que é o Tijela, ou seja, isso pode ser normal]. MAs aí a gente entra e ve quase ninguém lá e os que estão lá estão enchendo bexiga ou enrolando salgadinhos [terceiro sinal estranho].
Então o Tijela me pergunta se eu num sabia que a festa era as 19hr [sinal Tijela - já passou de estranho], acho que era um tanto quanto óbvio a resposta para essa pergunta, né?!
Ficamos então eu e a Vê lá brincando com a mini prima do Tijela, a Gabriela, e conversando um pouco com os demais parentes.
Gabriela é uma garotinha muito comédia, que fala uma língua incompreensível (deve ser esperanto, pq quando a Bo chegou ela num queria desgrudar dela), que adora bolsas (essa daí num vai poder entrar em shopping qdo crescer) e tem medo de bexiga.A Bô me ligou dizendo que conseguiu um aval para fugir um pouco e então eu fui buscá-la, porém a Amanda também num tinha chegado, ou seja, ela ficaria apenas de molho com a gente quando chegasse lá. O melhor foi a Ve para me dizer onde ela morava:
ela - ah, é na Adhemar de Barros
eu - e por onde fica mais perto pra chegar lá?
ela - ah, eu acho que é pela rotatória
eu - você acha? (explicando, qdo a Vê ACHA alguma coisa pode ir se preparando)
REsumindo, a avenida deve ter uns dois kilometros e a casa da indivídua era simplesmente na esquina oposta a rotatória.
Voltamos a casa do Tijela, nos ofereceram um almoço (muiiiitoooo bom por sinal) e logo depois chega a señorita Amanda pra começar uma sessão de fotos, brincadeiras com bexiga e massagem (ou martírio)
No final das contas tivemos que ir embora as 16hrs porque eu e a Vê tínhamos que ir num casamento, assim como a Bô também tinha. Concluindo então que de fato não participamos da festa de aniversário do Tijela, mas pelo menos ajudamos a diminuir a quantidade de comida que iria sobrar do almoço...rsrs
Ao Tijela, um grande camarada que conheci no SENAI, era o meu parceiro de bancada no 1º sem, dividia comigo as loucuras (como queimar potenciometros e esculpir os fios elétricos já que só soldar é um saco, até mesmo ficar girando nas cadeiras da oficina), e esse cara foi que me ajudou também na casa do meu tio a fazer umas instalações elétricas e tomar maçãzinha de garrafa de vidro depois, e foi ele também que me ajudava a zuar a tiazinha do ITJ (sem contar do cruzado de direita que me deu uma vez no meio do nariz). Velhinho, um feliz niver de novo e que cada novo ano de vida seja mais um passo no seu desenvolvimento como pessoa, como profissional e por aí vai.
Abraço também a Amanda que quando junta com a Bô e com a Vê (que faz barulhinho) ficam insuportáveis... hehe





